Bem Vindo ao site do

Motoclube Loucos das Gerais!

O Motoclube dos Loucos!



"De carro apreciamos a paisagem,
de moto fazemos parte dela!"
Vida Longa aos Loucos! | Quando Setembro Vier... | Somente os Loucos Sobrevivem! | Orgulho de ser Louco!

Parabéns ao(s) aniversariante(s) do Mês de Agosto: Nicolas, Bambam e Emanuel Vilela!!!

Últimas notícias: 02.08.2018 8:19

- Encontro de motociclistas em Papagaios - MG (28 e 29 de julho de 2018)

- Encontro de motociclistas em Cabo Frio - RJ (12 a 15 de julho de 2018)

- Encontro de motociclistas em Bom Despacho - MG (13 e 14 de julho de 2018)

- Encontro de motociclistas em Curvelo - MG (04 a 06 de maio de 2018)

- Churrasco de confraternização LDG, no sítio do Mauro em Juatuba - MG (21 de abril de 2018)

- Encontro de motociclistas em Barbacena - MG (01 a 04 de março de 2018)

- Passeio a Paraopeba - MG (06 de janeiro de 2018) | Clique aqui e assista ao vídeo do passeio.

Próximos eventos em Minas Gerais:

Veja a agenda completa aqui.

Fonte: www.jacaremoto.com.br

 

Coluna do Ozéias
Nº 3 - Janeiro/2015

O MUNDO ANDA (MESMO) MUITO COMPLICADO

Paris é mesmo tudo aquilo que a propaganda nos demonstra. A capital francesa transborda em beleza e glamour, ao passo que, a atmosfera mista de cultura, valores e aquela pitada generosa do tempero da velha Europa fazem dessa cidade um caso de amor à primeira vista, especialmente a nós brasileiros, forjados em um padrão de vida díspare do que ali se vive.

Em suma, vale a pena conhecer Paris. Lá estive a pouco tempo, o que torna as recentes notícias dos atentados ocorridos na cidade um pouco mais palpáveis para mim, dado o frescor das lembranças e sensações que tive o privilégio de vivenciar nos dias que lá passei.

É interessante perceber como essa percepção é alterada quando algo dessa natureza ocorre em lugares que já passamos e sentimos. As imagens de fotografias e vídeos que nos chegam se tornam um pouco mais “reais”.

Refletir sobre esses tristes fatos nos remete mais uma vez a pensar como anda nosso sofrido e combalido mundo.

O terror é uma das mais perversas, covardes e nefastas criações já engendradas pelo homem, pois não tem rosto, é imprevisível e seus motivos povoam apenas as mentes doentias daqueles que acreditam nessa terrível ferramenta como meio de alcance, intimidação, persuasão, ou seja lá qual for o motivo sórdido por ele representado.

Nada justifica o terror. Reciprocidade por um modelo de colonização perversa, faxina étnica, golpes de estado, religião. São alguns dos discursos que tentam justificar atitudes ainda mais insanas, como explodir edifícios, aviões e pessoas.

De todos os subterfúgios, o fanatismo religioso sem dúvida desponta nos dias de hoje como o mais perigoso e ardil motivo para tais atrocidades.

Isso porque os fanáticos religiosos não estão preocupados em auferir ganhos ou conquistar riquezas. Seus motivos transcendem a própria realidade, pois não temem a morte e esperam a recompensa além da vida, cercados por 70 virgens no paraíso.

Incrível como a humanidade se divide hoje em vertentes tão distintas. Enquanto parte de nós se prepara para a colonização interplanetária, com Marte cada vez mais perto, a outra parte se afoga no oceano da ignorância e da intolerância, declarando guerra e decapitando aqueles que não acreditam em suas verdades.

O terrorismo encontra na ignorância seu mais fiel aliado. E esta, a ignorância, é o terreno mais fértil para as grandes atrocidades da humanidade: a pobreza, miséria, conflitos e um sem número de consequências funestas.

Carl Sagan nos deixou um legado de reflexões interessantes. As belas visões do cientista remetiam a uma humanidade una, coexistindo enquanto espécie e buscando objetivos comuns (fato que os animais ditos irracionais já praticam a milhões de anos). Para Sagan esse seria o caminho para a sobrevivência humana e do planeta.

A outra via seria a barbárie, com sobreposição dos objetivos individualistas, destruição do meio-ambiente e até mesmo a extinção das espécies em estágio avançado.

Triste é constatar que infelizmente estamos caminhando a passos largos para a segunda via.

Que Paris se recupere e continue a brindar o mundo com sua beleza. Precisamos muito da luz da cidade-luz.

Saravá.

Ozéias Rocha
ozeiasrocha@gmail.com

Acesse aqui o arquivo Coluna do Ozéias

Coluna do Alexandre
Nº 20 - Janeiro/2018

Passeio em Grupo

Após longo período ausente do motoclube consegui comparecer ao nosso passeio de aniversário. Fomos, em grande número, a Paraopeba. Como em todo passeio motoclubístico estive às voltas com os procedimentos que se adotam na condução em grupo.

Percebi de pronto que a pontualidade é fator primordial para que a empreitada logre êxito. Havia uma saída marcada para as 08h30min, com tolerância de 10 minutos. Sendo eu um tipo com grande aversão a acordar cedo, não consegui chegar a tempo. Acabei por alcançar o comboio ali pelas imediações do Ceasa. Foi então que vi quanta coisa legal estava perdendo nesse tempo todo em que dediquei grande parte de meus finais de semana a plantões, viagens a trabalho e outras indignidades de igual quilate.

Alcancei não somente um grupo de amalucados vestindo preto, andando a 80 km por hora e atravancando a rodovia (o que por si só já seria extremamente prazeroso de se fazer), alcancei um monte de gente feliz, de astral elevado, curtindo o que gosta. Alcancei um tempo feliz que havia perdido e reencontrei. Parafraseando o Senhor da Galiléia: “este filho estava perdido e foi encontrado, estava morto e renasceu”.

Foi muito legal constatar que certas coisas não mudam, os achincalhes mútuos são os mesmos, a cara feliz dos motociclistas, a nossa divertidíssima sinalização (mão para o alto: radar, pé à direita: buraco à direita, pé à esquerda: buraco à esquerda, pé à direita, à esquerda, `à direita, direita, direita, esquerda, pô que buracada do *&¨%$*).

Mudaram as motos, quando comecei no motociclismo a moto da onda era a Custom. Quem dispunha de numerário andava de Harley, os mortais restantes possuíam Shadows (meu caso), Viragos, como o Emanuel, Vulcans e outras do tipo. Havia poucas esportivas, bigtrails e poucas motos de baixa cilindrada. Hoje o perfil das motos é o mais variado possível, motos de todas as categorias, grandes e pequenas, o que ilustra por um lado que a moda se diversificou e por outro, ainda melhor, que nos tornamos mais democráticos.

Tão boas quanto o passeio foram as paradas, no caminho e para o almoço em si, rever pessoas, conhecer gente nova, ver motocas diferentes, tirar fotos, mil, aos borbotões. Há que se estudar porque os motociclistas gostam tanto de tirar fotos.

Um bom churrasco, infelizmente sem cerveja, mais fotos. Pança cheia, pé na areia. Hora de voltar. Um ótimo dia juntos, moto, estrada, sol, velhos amigos e novos. Na volta não vim com o comboio, estava de brinquedo novo, umas esticadas se faziam necessárias. Chegamos a BH com aquela deliciosa sensação de estar de volta a um lugar muito nosso.

 

Alexandre Dias Pinto Coelho
alexandredpcoelho@yahoo.com.br

Acesse aqui o arquivo Coluna do Alexandre

:: Loucos das Gerais Online ::



© loucosdasgerais.com.br. Todos os direitos reservados. | Desde 12/01/2002